sexta-feira, 29 de abril de 2011

Biografia de João Paulo II

Nasceu em 18 de maio de 1920 em Wadowice, sul da Polônia. Sua família estava conformada por seu pai Karol Wojityla, um militar do exército austro-húngaro, sua mãe Emíila Kaczorowsky, uma jovem siciliana de origem lituana, e um irmão adolescente de nome Edmund.
Os pais de Karol Wojtyla o batizaram a poucos dias após nascer, na Igreja de Santa Maria de Wadowice. Aos 9 anos de idade recebeu um duro golpe: o falecimento de sua mãe ao dar a luz a uma menina que morreu antes de nascer. Anos mais tarde faleceu seu irmão e em 1941 morreu seu pai. De jovem, o futuro Pontífice mostrou uma grande inquietude pelo teatro e pelas artes literárias polonesas. Tanto, que ainda no colégio pensava seriamente na possibilidade de continuar estudos de filosofia e lingüístia polonesa, mas um encontro com o Cardeal Sapieha durante uma visita pastoral, o fez considerar seriamente a possibilidade de seguir a vocação que teria imprimido – então ainda sem revelar-se plenamente – no coração: o sacerdócio. Ao desatar-se da Segunda Guerra Mundial os alemães fecharam todas as Universidades da Polônia com o objetivo de invadir não somente o território, mas também a cultura polonesa. Frente a essa situação Karol Wojtyla com um grupo de jovens organizaram uma Universidade clandestina, onde estudou filosofia, idiomas e literatura.

Pouco antes de decidir seu ingresso ao seminário, o jovem Karol teve que trabalhar arduamente como operário em uma pedreira. Segundo relata o hoje Pontífice, esta experiência ajudou-o a conhecer de perto o cansaço físico, assim como a sensibilidade, sensatez e fervor religioso dos trabalhadores e dos pobres. Em 1942 ingressou no Departamento Teológico da Universidade Jaguelloniana. Durante estes anos teve que viver ocuto, junto com outros seminaristas, quem foram acolhidos pelo Cardeal de Cracovia. Em 1 de novembro de 1946, a idade de 26 anos, Karol Wojtyla foi ordenado sacerdote no Seminário Maior de Cracovia e celebrou sua primeira Missa na Cripta de São Leonardo, na Catedral de Wavel.
Em 23 de Setembro de 1958 foi consagrado Bispo Auxiliar do Administrador Aposstólico de Cracovia, Monsenhor Baziak, convertendo-se no membro mais jovem do Episcopado Polaco. Participou no Concílio Vaticano II, onde participou ativamente, especialmente nas comissões responsáveis de elaborar a Constituição Dogmática sobre a Igreja Lúmen Gentium e a Constituição conciliar Gadium et Spes. Durante estes anos, o então Bispo Wojtyla combinava a produção teológica com um intenso labor apostólico, especialmente com os jovens, com quem compartilhava tanto momentos de reflexão e oração como espaços de distração e aventura ao ar livre. No dia 13 de janeiro de 1964 faleceu Monsenhor Baziak, pelo que Monsenhor Wojtyla ocupa a sede de Cracovia como titular.
Dois anos depois, o Papa Paulo VI converte Cracovia em Arquidiocese. Durante esse tempo como Arcebispo, o futuro Papa caracterizou-se pela integração dos leigos, nas tarefas pastorais, na promoção do apostolado juvenil e vocacional, a construção de templos, apesar da forte oposição do regime comunista, a promoção humana e formação religiosa dos trabalhadores e o alento do pensamento e as publicações católicas. Em maio de 1967, aos 47 anos de idade, o Arcebispo Wojtyla foi criado Cardeal pelo Papa Paulo VI. Em 1974 o novo Cardeal ordenou a 43 novos sacerdotes, na ordenação sacerdotal mais numerosa, que terminou a Segunda Guerra Mundial. Em 1978 morre o Papa Paulo VI e é eleito o novo Papa: o Cardeal Albino Luciani, de 65 anos, quem tomou o nome de João Paulo I. o “Papa do Sorriso”, sem embargo, falece aos 33 dias de sua nomeação.
Em 15 de outubro de 1978, logo de uma nova conclave, o Cardeal polonês Karol Wojtyla é eleito como o sucessor de São Pedro, rompendo com a tradição de mais de 400 anos de eleger Papas de origem italiano. Em 22 de outubro de 1978 foi investido como Sumo Pontífice, assumindo o nome de João Paulo II.
Bento XVI fala sobre sua amizade com João Paulo II

"Desde o início senti uma grande simpatia, e graças a Deus, sem eu merecer, o então cardeal me doou desde o início a sua amizade. Sou grato pela confiança que depositou em mim mesmo sem eu merecer. Sobretudo, vendo-o rezar, vi e não só compreendi, que era uma homem de Deus”, contou o Papa Bento XVI em entrevista a uma TV polonesa em 2005, relembrando como nasceu a amizade com o então Cardeal Karol Józef Wojtyla, no conclave de 1978.
Esta era a impressão fundamental de Bento XVI: Wojtyla era um homem que vivia, de fato, em Deus.
“Impressionou-me a cordialidade com a qual encontrou-se comigo. Sem muitas palavras nasceu assim uma amizade que vinha propriamente do coração e logo depois de sua eleição, o Papa me chamou diversas vezes em Roma para conversas e, por fim, me nomeou Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé”, conta o atual Pontífice.
Para Bento XVI o que mais chama a atenção no pontificado de João Paulo II é o respeito e admiração conquistados dentro e fora da Igreja Católica. “O Santo Padre com seus discursos, sua pessoa, sua presença, sua capacidade para convencer, criou uma nova sensibilidade para os valores morais, para a importância da religião no mundo”, destaca.
João Paulo II criou uma nova abertura e sensibilidade para os problemas da religião,  para a necessidade da dimensão religiosa na vida do homem, e, para o atual Bento XVI, o Papa polonês sobretudo mostrou de novo a importância do Bispo de Roma.
“Todos os cristãos reconheceram – mesmo com as diferenças e mesmo não o reconhecendo como Sucessor de Pedro – que ele é o porta-voz do Cristianismo. Nenhum outro no mundo, a nível mundial, pode falar assim em nome da cristandade e dar voz e força, na atualidade do mundo, à realidade cristã.”, ressalta Bento XVI.
Mas mesmo para os não-cristãos e membros de outras religiões era ele o porta-voz dos grandes valores da humanidade. Segundo Bento XVI, é importante ressaltar que o saudoso Papa conseguiu criar um clima de diálogo entre as grandes religiões e um senso comum de responsabilidade mundial e, para João Paulo II, a violência e as religiões são incompatíveis, e que todos juntos devemos buscar o caminho da paz.

Amor pela juventude

"Antes de tudo, ele soube entusiasmar a juventude para Cristo. Isso é uma coisa nova, se pensamos na juventude de 1968 e dos anos 70. Somente uma personalidade com aquele carisma poderia conseguir que a juventude se entusiasmasse por Cristo e pela Igreja. Somente ele poderia, de tal modo, conseguir mobilizar a juventude do mundo para a causa de Deus e pelo amor a Cristo", afirmou Bento XVI.
João Paulo II criou na Igreja um novo amor pela Eucaristia, ressalta o Papa, criou um novo sentido pela grandeza da Divina Misericórdia; e também aprofundou muito o amor por Nossa Senhora e assim levou-nos a uma interiorização da fé e, ao mesmo tempo, a uma maior eficiência.
“Naturalmente, é preciso mencionar, como todos sabemos, também como foi essencial sua contribuição para as grandes mudanças do mundo, em 1989, com a queda do chamado socialismo real”, completa o atual pontífice.

Últimos encontros

O Santo Padre recorda seus últimos encontros com João Paulo II no Hospital Gemelli, poucos dias antes de sua morte, e conta que o que mais lhe impressionou foi a doação completa do futuro beato à vontade de Deus.
“No primeiro encontro, o Papa sofria visivelmente, mas estava completamente lúcido e muito presente. Eu fui até ali simplesmente para um encontro de trabalho, porque era preciso tomar algumas decisões. O Santo Padre, mesmo sofrendo, seguia com grande atenção aquilo que eu falava. Ele me disse, em poucas palavras, suas decisões, deu-me sua benção, saudou-me em alemão recordando-me sua confiança e amizade”.
Para o então cardeal Joseph Alois Ratzinger, aquele foi um momento comovente, como se o sofrimento de João Paulo II se unisse ao sofrimento de Deus, como se ele oferecesse o seu sofrimento à Deus e por Deus. Por outra parte, era possível ver como ele resplandecia uma serenidade interior e plena lucidez.
“O segundo encontro foi um dia antes de sua morte: estava obviamente sofrendo, rodeado por médicos e amigos. Ainda muito lúcido, deu-me sua benção. Não podia falar muito. Para mim, esta paciência no sofrimento foi um grande ensinamento, sobretudo consegui ver e sentir como se estivesse nas mãos de Deus e como se ele se abandonasse à vontade de Dele. Apesar das dores visíveis, estava sereno, porque estava nas mãos do Amor Divino”, recorda Bento XVI.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Jesus, Eu confio em Vós!!!


 “Desejo que, no primeiro domingo depois da Páscoa, a Imagem seja exposta publicamente. Esse Domingo é a Festa da Misericórdia. Pelo Verbo Encarnado dou a conhecer o abismo da Minha misericórdia” (Diário 88).
Com essas palavras Jesus pediu à Santa Faustina que anuncie ao mundo e celebre a Sua infinita misericórdia. Respondendo a esse chamando de Jesus misericordioso venha celebrar conosco a Festa da Misericórdia no Santuário da Divina Misericórdia!


Próximo domingo comemoramos o dia da Misericórdia.

Em 22 de fevereiro de 1931, Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo apareceu à jovem religiosa de nome Irmã Faustina (Helen Kowalska) em Cracóvia, Polônia. Ela vinha de uma família muito pobre que havia trabalhado muito em sua pequena fazenda durante os terríveis anos da I Guerra Mundial. Irmã Faustina teve apenas três anos de educação muito simples. Suas tarefas eram as mais humildes do convento.A essa humilde freira, Jesus trouxe uma maravilhosa mensagem de Misericórdia para toda a humanidade. Irmã Faustina nos conta em seu diário:

“À noite, quando eu estava em minha cela, percebi a presença do Senhor Jesus vestido de uma túnica branca. Uma mão estava levantada a fim de abençoar, a outra pousava na altura do peito. Da abertura da túnica no peito saíam dois grandes raios, um vermelho e outro pálido. Em silêncio eu olhei intensamente para o Senhor; minha alma estava tomada pelo espanto, mas também por grande alegria. Depois de um tempo, Jesus me disse: ‘Pinta uma imagem de acordo com o que vês, com a inscrição, ‘Jesus, eu confio em Vós. Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá.’”
Algum tempo depois, Nosso Senhor lhe explicou o significado dos dois raios em destaque na Imagem:”Os dois raios representam o Sangue e a Água. O raio pálido representa a Água, que justifica as almas; o raio vermelho representa o Sangue, que é a vida das almas. Ambos os raios saíram das entranhas de minha Misericórdia quando, na Cruz, o Meu Coração agonizante foi aberto pela lança… Estes raios defendem as almas da ira do meu Pai. Feliz aquele que viver sob a proteção deles, porque não será atingido pelo braço da Justiça de Deus.”

 “Que o pecador não tenha medo de se aproximar de Mim. Queimam-me as chamas da misericórdia; quero derramá-las sobre as almas” (Diário 50).

terça-feira, 26 de abril de 2011

Quando o sofrimento bater à nossa porta

Pare de ficar neste sepulcro e venha viver!

O Evangelho escolhido foi o da Ressurreição de Lázaro, um grande amigo de Jesus. Estar em Betânia com os amigos era uma forma de Jesus curar e restaurar as forças. Jesus Cristo sofreu muito, porque amou muito. Quanto mais estivermos ligados às pessoas, tanto mais sofreremos. Mas não construamos cercas. Tenhamos essa sensibilidade diante do sofrimento. Era isso que Jesus ia buscar em Betânia: consolo em amigos verdadeiros.

Quando Ele chegou em Betânia, já fazia 4 dias que Lázaro estava morto. Não podiam fazer mais nada, mas para Jesus não havia tempo a perder e Ele foi ter com o amigo morto. O Senhor era muito humano. Quando Ele chegou, tapou o nariz, pois a situação estava 'podre', porém, movido pelo amor àquele homem, Ele disse: 'Venha, Lázaro'.

Na verdade, Jesus queria nos mostrar que a morte não foi feita para nós. Um dia, todos nós iremos morrer, isso é fato, mas Cristo está falando de outra morte e quer nos propor a ressurreição. Se olharmos somente para a pedra posta no sepulcro, não haverá nenhuma esperança e nos desesperaremos, porque ela [pedra] é imóvel. Se ficarmos olhando para a pedra, ficaremos fixados ali, no mesmo lugar, e não é isso que Jesus quer. "Lázaro, venha para fora". Quantas vezes experimentamos estar no sepulcro, que é um lugar escuro e cheira mal? Mas se deixarmos essa pessoa ficar lá muito tempo, não a encontraremos do mesmo jeito, pois ela entrou em processo de decomposição. É um lugar de silêncio e não há mais nada, terminou. Agora, se olhamos a morte como um lugar de transição, daí sim, ele fica cheio e revestido de esperança. Quantas vezes você já morreu?

Estamos ressuscitando todos os dias. A cigarra fica um ano debaixo da terra para cantar somente um dia. Um ano se preparando para cantar até se arrebentar. O sofrimento é isso, um tempo de preparo. Louvado seja Deus pelos sofrimentos!

Todos os artistas compõem maravilhosas obras quando estão sofrendo, e, todas as vezes em que tocamos em nossos limites, vamos além. Compomos músicas, pinturas, criamos vida e caráter. Você pode se perguntar sempre: "Mas eu não sou artista, e aí?" Você pode desenhar a sua alma, pode esculpir o seu caráter.

A cigarra não fica debaixo da terra por motivo de masoquismo. Não. É um tempo de preparo existencial da natureza. Quando você perceber que o seu sofrimento está infértil, é o tempo de parar de sofrer. Quando começamos a derramar as lágrimas, passamos por um processo de cura que está nos lavando e purificando.

Quanto tempo pode durar um velório dentro de nós? O sepultamento do corpo tem que iniciar um processo de amizade com a vida. O sofrimento é criado dentro de nós; o velório não é uma situação de morte. O que fazemos com o ruim que aconteceu conosco? Não importa o que a vida fez com você, mas o que você faz com o que a vida fez com você. Não temos como evitar o desprezo do outro, vão acontecer coisas das quais não vamos gostar, mas somos nós que vamos ver quanto custa esse sofrimento.

Boa parte dos sofrimentos do ser humano está naquilo que nós pensamos e permitimos em nosso pensamento. Se racionalizarmos a nossa emoção, nós não sofreremos.


Neutralizar o pensamento do sofrimento é lançar um pensamento bom em cima de um ruim. Quantas pessoas sofrem por não terem a capacidade de filtrar as coisas ruins que escutam? Não temos o direito de ser mesquinhos por querermos ser o que o outro é. Não tenha inveja, floresça onde Deus o plantou.

Há pessoas invejosas, que querem ser o que você é. Que não são capazes de olhar quem elas, realmente, são. Pare de olhar para a vida do outro, pois você não tem os valores que ela tem; mas você tem valores que ela não tem. Temos que ter nossa coerência e nosso modelo. Liberte-se dessas ideias pessimistas sobre você mesmo, você é capaz!

A ordem de Jesus: "Pare de ficar neste sepulcro e venha viver”. Estamos em horário do cristão: Está na hora de viver! Você não tem o direito de ficar no túmulo com seus problemas e lutos. O tempo previsto para o sofrimento tem data marcada para terminar, já passou, chega! Faça alguma coisa pela sua vida! Só sofra de verdade pelas coisas que valem a pena. Quantas pessoas não sofreram o que deveriam sofrer? Esse tempo é curto, e é maravilhoso descobrir que, hoje, temos a oportunidade de escutar a voz de Jesus dizendo que não quer mais a morte para a nossa vida. Deus está segurando na nossa mão.

Se você está sofrendo muito, permita que Jesus cuide de você. Revolucione sua vida, pois quem fica parado é poste. Melhore esta cara e faça o que puder fazer, pois assim beneficiará as pessoas ao seu lado. O cuidado de Deus é lindo: "Saia deste sepulcro!" Não perca seu tempo em bobagens que tornam o sofrimento enorme em sua vida.

O 'cuidar' é sempre expressão de alguém que ama. Ninguém gosta de ver a pessoa amada sofrendo. Precisamos acordar para a vida.

O nosso objetivo é sermos felizes! Não há problema que resista a uma pessoa transformada por Deus! Nem a um ser humano com vontade de resolver os problemas. Não há nada maior do que uma pessoa de coragem.

Quando o sofrimento bater à sua porta, abra a janela para que você veja a dor do outro.
Padre Fábio de Melo

'Um domingo sem Missa é uma semana sem Deus'

Essa frase, dita por São João Maria Vianey, representa uma verdade e um alerta para nós cristãos. Nesta terça-feira, 26, comemora-se o dia da primeira Missa no Brasil, um dos maiores países católicos do mundo. Celebrada pelo frade Henrique de Coimbra, em 1500, a Celebração Eucarística foi descrita por Pêro Vaz de Caminha na carta que enviou ao rei de Portugal, D. Manuel I (1495-1521), dando conta da chegada de Pedro Álvares Cabral ao país recém-descoberto.
O momento encontra-se retratado em um quadro, chamado 'A primeira Missa no Brasil', uma das principais obras de Victor Meireles. A pintura, de 1860, tornou-se um ícone do descobrimento. É preciso lembrar, também, que Cabral trouxe consigo uma cruz e uma bela imagem de Nossa Senhora, prova de que o Brasil nasceu sob o sinal da Cruz e do Catolicismo.
Quadro 'A primeira Missa no Brasil', de Victor Meireles
Foto: Divulgação


Segundo padre Eliano Gonçalves, a Celebração Eucarística é a oração maior. “Precisamos despertar para o valor da Santa Missa. Ela é escola de vida, nos ensina a viver no mundo como cristãos, é epifania, manifestação de todos os mistérios de Cristo”, ensinou.
O sacerdote lembrou ainda que os católicos precisam abraçar esse mistério e amar a Eucaristia. “Temos que nos comprometer com a vida nova que a celebração nos convida. Pela Missa, Cristo está conosco, nos alimenta e nos fortalece para o combate”.
A Igreja recomenda que os católicos participem da Santa Missa, pelo menos, aos domingos, como indica o terceiro mandamento da lei de Deus. O Catecismo da Igreja Católica diz, no número 2.181: “Aqueles que deliberadamente faltam a esta obrigação, cometem pecado grave”.
Se você está sendo um cristão 'mais ou menos', decida-se hoje a mudar!

sábado, 23 de abril de 2011